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terça-feira, 23 de setembro de 2014


As denúncias desuposto envolvimento do governador Cid Gomes (Pros) com esquema de corrupção na Petrobras e o episódio em que o secretário da Saúde,Ciro Gomes (Pros), teria supostamente agredido um professor em Iguatudominaram o debate entre os deputados na sessão desta terça-feira, 23, na Assembleia Legislativa do Ceará. 

A deputada e candidata ao Governo do EstadoEliane Novais (PSB), sobre a ação do governador de buscar a Justiça para tirar de circulação a revista IstoÉ, disse que Cid “não sabe lidar com a divergência de opiniões e com as críticas. Quem não segue a cartilha do Governador, está fadado a muitas vezes sofrer duras represálias”. 

Eliane criticou ainda a suspensão da sessão plenária da terça-feira, 16, por falta de quórum para iniciar os trabalhos, dias após a divulgação das denúncias. “A Casa do Povo claramente sofreu uma interferência direta do Poder Executivo, o que é inaceitável dentro de uma democracia”, disse Eliane. 

A deputada Fernanda Pessoa(PR) cobrou a presença de Cid na Assembleia para explicar as denúncias. Os deputados João Jaime (DEM), Roberto Mesquita(PV) e Eliane apoiaram a convocação do governador. 

Para Eliane, se Cid sentiu-se caluniado pela revista, deveria ter prestado os devidos esclarecimentos e ter se defendido. “E não falar mentiras como as que proferiu ao dizer que nunca esteve com o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, quando há vários registros fotográficos de encontros deles em reuniões, inclusive, para discutir a implantação da refinaria de petróleo no Ceará”.

Defesa
Já o deputado Ferreira Aragão (PDT) alertou para o perigo de acusações feitas sem provas. Ele comentou a polêmica envolvendo a revista IstoÉ e o governador Cid Gomes, e disse que a publicação “editou” as imagens acusatórias.

Aragão pontuou que honra e respeito são difíceis de recuperar, e “nessa discussão que houve aqui, nesta manhã, se priorizou o confronto de ideias políticas e se desprezou o real”. “Macular o nome de alguém é fácil, limpar é que é difícil”, refletiu. 

O líder do governo, deputado Dr. Sarto (Pros), rebateu as críticas de Eliane Novais e questionou a postura dela diante do fato de o ex-presidente do PSB, Eduardo Campos, morto em acidente aéreo em agosto, também ter sido incluído das denúncias de Paulo Roberto Costa. 

“Acho que a revista IstoÉ que li é diferente das demais. Li e reli e nenhuma delas traz qualquer indício de relação não republicana do governador do Estado com o ex-diretor da Petrobras. A imprensa veicula que ele citou Eduardo Campos, Cid Gomes, o presidente do Senado e da Câmara, mas quem garante a veracidade?”, questionou

Sarto sugeriu aos deputados que leiam a revista e reparem bem nas fotos, pois, segundo ele, a reunião retratada foi com a diretoria da Petrobras e, como a foto é editada, só mostra um diretor, apesar da presença de outros dirigentes da estatal no local. “Isso induz o leitor a pensar que houve um encontro pessoal do governador com Paulo Roberto”, frisou.

O deputado Nelson Martins (PT) afirmou que o governador Cid Gomes tomou a atitude correta ao recorrer à Justiça contra a revista IstoÉ. 

Ciro Gomes
Sarto destacou também outra notícia veiculada em blogs sobre suposto desentendimento entre Ciro Gomes o candidato à sucessão, Camilo Santana (PT). “Dizer que Ciro Gomes brigou com Camilo Santana, a meu ver, é extrapolar. Chamaram Camilo de vaqueiro do governador, aí sim já passa muito do limite da razoabilidade”, criticou.

O deputado Roberto Mesquita falou sobre episódio em que o biólogo e professor Fernando Roberto teria sido supostamente agredido por Ciro Gomes, durante a inauguração de uma escola, em Iguatu, na quinta-feira, 18.

“É este o Estado que nós iremos perpetuar, com a eleição de um candidato apoiado por uma família e que não tem projeto para o Ceará e sim um projeto pessoal?", criticou Roberto Mesquita.

Eunício Oliveira
Mesquita criticou ainda ataques ao ex-aliado do Governo, Eunício Oliveira. Segundo o parlamentar, os ataques se iniciaram com a acusação de Ciro Gomes de que Eunício teria aumentado o seu patrimônio de R$ 30 milhões para cerca de R$ 90 milhões, aumento esse fruto de roubo na Petrobras.

“Olha só o que aconteceu, enquanto o Eunício vem fazendo sua campanha e mostrando suas propostas, é justamente o irmão do secretário que tem que se explicar sobre o seu suposto envolvimento com corrupção na Petrobras”, destacou Mesquita. 
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