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sexta-feira, 9 de maio de 2014

O governador Cid Gomes (Pros) classificou ontem como “chantagem” a pressão de dirigentes e parlamentares do seu partido pela substituição do ministro da Integração Nacional, Francisco Teixera. Correligionários de Cid em nível nacional ameaçam apoiar Eduardo Campos (PSB) para presidente se o Pros não tiver o ministério.

Teixeira assumiu a Integração no ano passado após consulta de Dilma a Cid. O líder do Pros na Câmara, Givaldo Carimbão (AL), já comunicou ao ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, que o partido quer substituir Teixeira por um “militante do Pros”.

“Abomino qualquer tipo de chantagem. Saí do PSB porque o partido resolveu ter candidatura à Presidência e eu não concordei. Minha condição (para entrar em outro partido) era o apoio a Dilma. E o Pros garantiu apoio a Dilma”, disse Cid ontem à Agência Estado. “O líder do Pros alega ter desconforto da bancada, mas a história que sei é que o líder não representa o sentimento da bancada. Ele está defendendo interesse dele mesmo”, completou o governador.

Cid terá reunião na terça-feira com a direção do Pros. “Vamos ter uma conversa olho no olho. Não tenho ministério, não quero ministério. Quero apoio e parceria do governo federal para minhas ações aqui (no Ceará) e tenho tido”, disse o governador.

Apoio a Eunício
Segundo a Agência Estado, Cid ligou ontem para o presidente do Pros, Eurípedes Júnior, e reclamou também da manifestação de apoio do vice-presidente nacional do partido, Ataídes Oliveira (TO), à pré-candidatura do senador Eunício Oliveira (PMDB) ao Governo do Ceará.

Em entrevista ao O POVO no mês passado, Ataídes disse que “nós da Nacional estamos caminhando para apoiar o Eunício, o Pros caminha para esse lado”.

“O vice-presidente do partido dá opinião em outro Estado? Que diabo é isso?”, reagiu Cid ontem. “Pessoas do meu partido estão fazendo ataques grosseiros. Falei com o presidente do partido da minha inquietação e decepção”.

Na entrevista, Cid criticou o movimento de parte da bancada federal do PR pela candidatura de Lula à sucessão de Dilma - e também cutucou o partido de Eunício. “O PR é um ajuntamento de oportunistas, salvo honrosas exceções. Quer um ministério para fazer negócio. A Dilma reage a isso, finca o pé, escolheu um quadro sério do partido (César Borges, ministro dos Transportes). A briga do PR é porque a Dilma quer moralizar. Essa é uma das partes boas da Dilma. E o PMDB a gente sabe como é”. (colaborou Jéssica Welma)

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