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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

A Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece) assinou ontem, junto a representantes de um grupo de investidores, um contrato de comodato para a cessão temporária da usina de açúcar e álcool localizada em Barbalha, no Cariri. Através do documento, os empresários interessados no empreendimento terão quatro meses para intervir na área da usina, com o objetivo de fazer levantamentos sobre a condição do local e prever ações necessárias para revitalizar a fábrica - desativada desde 2004 - e reiniciar a operação.

A expectativa dos investidores é que a usina seja recuperada e volte a funcionar até 2016. Segundo o investidor à frente das negociações com a Adece, o empresário Marco Antônio Rodrigues Fernandes, a Agência deverá concentrar 10% das ações do empreendimento. A nova empresa - da qual Fernandes será presidente - irá se chamar Golden Nordeste. Uma das possibilidades ligadas à participação acionária da Adece no empreendimento é a agência receber, no futuro, parte dos lucros da nova empresa.

Embora haja a expectativa de que os investidores iniciem a revitalização do empreendimento após o levantamento que será feito nos próximos meses, a responsabilidade da usina de açúcar e álcool pode voltar inteiramente à Adece, caso os empresários desistam do acordo.

Novo acordo

Se a intenção for mantida, será firmado um novo contrato entre as partes. A previsão é que a iniciativa privada invista R$ 153 milhões na unidade. Do total, em torno de R$ 35 milhões deverão ser utilizados na etapa de revitalização.

Leilão

A usina foi adquirida em leilão público promovido pelo Tribunal Regional do Trabalho do Ceará (TRT/CE), em junho do ano passado, pelo Governo do Estado, por R$ 15,5 milhões. Em março último, enquanto não havia definições sobre a unidade, parte do terreno estava sendo utilizada como depósito para grandes tubulações do projeto Cinturão das Águas.

Histórico

A usina Manoel Costa Filho foi inaugurada na década de 1970. Com sua implantação, engenhos que funcionavam na região foram fechados. Na década de 1990, porém, a usina entrou em crise e ressurgiram os engenhos. Já em 2004, quando a usina foi desativada, apenas 10% da capacidade de produção era utilizada. Mais uma vez, engenhos de rapadura no local fecharam, por falta de mercado.

Fonte: Diário do Nordeste
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