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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

 PSB ao governo do Ceará, Eliane Novais, abriu, nesta segunda-feira (18), série de entrevistas no CETV 2 com candidatos ao governo do Ceará. O candidato Eunício Oliveira(PMDB) será o entrevistado em estúdio desta terça-feira (19) e o candidato Camilo Santana (PT), da quarta-feira (20).  A ordem das entrevistas foi definida por sorteio com a presença de assessores dos candidatos.
A candidata do
Veja acima a íntegra, em vídeo, da entrevista com Eliane Novais.  Abaixo, a entrevista transcrita na íntegra.
Cíntia Lima: boa-noite, candidata.
Eliane Novais: boa-noite, Cíntia, boa-noite a todos os que nos escutam
Cíntia Lima: por que a senhora acredita que reúne condições para ser governadora? Não lhe falta experiência pública, experiência de governo?
Eliane Novais: não. Eu me sinto bem capacitada pra essa função. Primeiro porque sou servidora pública, já fui da Cagece, a Companhia de Água e Esgoto, já fui da Secretaria de Infraestrutura do Estado do Ceará e, portanto, tenho mais de 30 anos de serviço público e isso me credencia sim a ser a futura governadora do Ceará. Portanto, conheço a máquina pública e pra nós isso, com certeza esse conhecimento de mais de 30 anos que temos de serviço público, sabemos bem no serviço aquilo que precisa melhorar, aquilo que precisa ser prioridade, o diálogo com os servidores públicos, o diálogo com as diversas categorias, acho que esse é o grande mote pra esse novo governo. Esse novo governo precisa, Cíntia, de um modelo de gestão novo. O que está estabelecido aí é um modelo de gestão desgastado, sem diálogo, sem diálogo com os movimentos sindicais, sem diálogo com movimentos sociais, sem diálogo com os servidores públicos. Esse diálogo precisa ser restabelecido. Então a nova forma de governar com certeza será uma novidade para esse novo governador ou a nova governadora que eu estou me propondo a ser.
Cíntia Lima: a senhora vai contratar ou demitir servidores públicos no seu governo? Como é que vai tratar os comissionados?
Eliane Novais: olha, na verdade o que nós queremos fazer é concurso público. Eu acho que concurso público é a forma mais justa para que a gente possa de fato estabelecer um critério digno. Acho que uma das grandes críticas que nós fizemos a esse governo foi exatamente isso. Precisamos estabelecer concurso público. De que adianta tantos hospitais, de que adianta tantas UPAs, policlínicas, hospitais? Se não foi feito nenhum concurso público? Então o critério mais justo será fazer concurso público para as diversas categorias que são necessárias. Ao ganhar o governo nós vamos ter três meses de gestão, de transição, para que a gente faça o diagnóstico e veja quantos servidores terceirizados que tem no Governo do Estado do Ceará e aí estabelecer que critérios de concurso público que nós vamos fazer.
Cíntia Lima: as pesquisas apontam a saúde como principal problema da população. O que senhora vai fazer na prática para melhorar a saúde no Ceará?
Eliane Novais: acabei de dizer. De que adianta tantos prédios públicos importantes, UPAs, policlínicas, se nós não temos gestão? O nosso governo pretende fazer gestão e aí colocar pra funcionar o que já existe, manter o que já existe, colocar medicamentos nos hospitais, prestar serviço humanizado. A prestação de serviço que chega na ponta é algo desumanizado. Filas intermináveis, os usuários reclamam de tudo aquilo, que não são bem atendidos, portanto nós queremos, no nosso governo, humanizar a saúde e fazendo gestão tenho certeza de que nós vamos humanizar a saúde.
Cíntia Lima: a senhora é a favor ou contra o Ronda do Quarteirão?
Eliane Novais: olha, o Ronda foi concebido para ser uma polícia comunitária. Na verdade, isso não aconteceu de fato. Então, no pacto pela vida que vamos adaptar ao estado do Ceará são 70 ações, e logicamente nós vamos transformar o Ronda do Quarteirão na concepção mais justa que merece que é pactuando com a sociedade, pactuando com o Ministério Público.
Cíntia Lima: mas o Ronda do Quarteirão continua?
Eliane Novais: o Ronda do Quarteirão terá a concepção que ele foi concebido, mas não o fez de fato. Nesse governo, o Ronda do Quarteirão não usou aquilo que é a concepção dele, que é a polícia comunitária. Então, no pacto pela vida nós vamos introduzir o Ronda do Quarteirão para estabelecer as ações pactuadas com a sociedade. E aí eu, como governadora do Estado, vou gerir o pacto pela vida e governar não com autoritarismo, mas com autoridade e conversando com a população.
Cíntia Lima: trinta segundos para as considerações finais
Eliane Novais: as considerações finais é dizer que nós estamos capaz sim de governar esse Ceará, com coragem para mudar o Ceará. Isso significa que nós queremos governar e tornar o povo prioritário e logicamente governando conosco, aqui, numa forma participativa. Esse será o grande modelo de gestão que nós vamos adotar no nosso governo. Nós vamos dialogar com você.
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