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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

As imagens das câmeras de segurança de uma rua podem ajudar a polícia do Rio de Janeiro a esclarecer um crime que levou um ator para a prisão. Vinícius Romão de Souza, que trabalhou na novela "Lado a Lado", está preso há 15 dias. Ele foi reconhecido como autor de um roubo pela vítima, mas a prisão provocou polêmica nas redes sociais.
O pai de Vinicius, Jair Romão, tenta provar a inocência do filho. “O local do assalto não faz parte do seu itinerário, quer dizer, pra ele ter passado no local, teria que pular o muro, a via férrea, pular de novo, de três a quatro metros. É uma situação muito desgastante, muito humilhante”, relata.
Vinícius está em um presídio em São Gonçalo, na Região Metropolitana. Ele tem 27 anos, é psicólogo, atuou como figurante na novela da Globo e hoje trabalha como vendedor de uma loja de roupas.
O suspeito foi preso em flagrante no Méier, Zona Norte da cidade, por um policial civil à paisana, que deu carona e ajudou uma vítima de assalto. No carro do policial, a mulher indicou Vinicius como o assaltante.
“Ela foi abordada por um rapaz negro, com cabelo alto, no estilo black power e uma camiseta preta. O rapaz a abordou por trás e levou a bolsa que tava com ela. Ela presenciou a prisão do rapaz, foi um reconhecimento face a face”, explica o delegado Niandro Lima.
Nesta terça-feira (25), amigos do ator se reuniram no local em que ele foi abordado pela polícia e fizeram uma manifestação. Amigos e parentes também estão fazendo uma campanha nas redes sociais pela sua libertação. Algumas pessoas dizem que a prisão de Vinicius foi injusta e que o rapaz é vítima de racismo. 
O delegado disse que as investigações vão continuar. Ele pediu imagens do circuito de segurança dos prédios que ficam perto do local do assalto: “Havendo essa notícia de fato novo, um fato relevante, que eventualmente pode haver imagens que possam inocentar o rapaz, e que eventualmente a vítima possa ter se confundido no reconhecimento, a gente vai exaurir esse meio de prova. A princípio, tudo leva a crer que, caso o erro tenha havido, ocorreu por engano, não houve nenhum tipo de má-fé ou conduta inidônea por parte da vítima”.
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