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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

O candidato Eunício Oliveira (PMDB) afirmou que a administração estadual não pode depender apenas do Ministério da Integração Nacional para ampliar a quantidade de poços perfurados no Estado para combater os efeitos da estiagem e pontuou que o Executivo estadual possui recursos suficientes para enfrentar o problema da deficiência de máquinas perfuratrizes. O peemedebista participou, ontem, de uma visita ao Mercado São Sebastião, no Centro de Fortaleza.
Durante a passagem, Eunício Oliveira cumprimentou os permissionários que trabalham no local, ouviu demandas acerca do investimento no espaço e também escutou cobranças de ações para a saúde e segurança pública. O peemedebista ainda aproveitou para medir a pressão arterial e se submeteu a um exame de glicemia. "Não tem máquina que me pressione. Estou com 11 por 8", brincou.
Antes da visita, Eunício Oliveira falou sobre as ações de combate aos efeitos da estiagem. Ao ser questionado como vai conseguir cumprir a meta de perfurar 3 mil poços se existe uma deficiência no número de máquinas perfuratrizes para executar esta tarefa, promessa destacada na edição do Diário do Nordeste na última terça-feira, o peemedebista explicou que vai utilizar os recursos presentes no Fundo Estadual de Combate à Pobreza.
Demanda
Em fevereiro, o Diário do Nordeste revelou que, desde o ano passado, o Departamento Nacional de Obras Contra as Seca (DNOCS) ainda aguardava a doação do Ministério da Integração Nacional de 25 máquinas perfuratrizes. O candidato Eunício Oliveira evitou questionar qualquer ineficácia da Pasta, mas frisou que a administração estadual também é responsável por planejar a compra desse tipo de equipamento.
"Então, é responsabilidade do Ministério da Integração fazer essa perfuração de poços assim como é responsabilidade dessa administração. Tem uma demanda de 3 mil poços a serem perfurados. No Governo, eu vou começar a perfurar já no dia 2 de janeiro. Ele perfurou apenas 280. Nenhum açude também está sendo feito no Ceará. Então, há um descaso total principalmente com a população mais carente desse Estado", avaliou.
O candidato alegou que o Fundo de Combate à Pobreza possui aproximadamente R$ 600 milhões, enquanto uma máquina perfuratriz custa em torno de R$ 1 milhão. Na avaliação do peemedebista, um melhor planejamento da administração estadual é capaz de enfrentar o problema da demanda desses equipamentos voltados para a perfuração de poços.
"É preciso comprar as máquinas. O dinheiro existe. O Fundo de Combate à Pobreza tem 600 milhões de reais. (?) Uma máquina perfuratriz custa em torno de 1 milhão de reais e existe dinheiro para isso, mas não compraram. Não tem programa para perfuração de poços. O único programa que tem é a construção de monumentos fantásticos sem nenhuma serventia para a população", criticou o peemedebista.
Cristalino
Eunício Oliveira também negou que a proposta de perfurar 3 mil poços profundos no Interior seja inviável pelo fato de grande parte do subsolo do Estado ser formado pelo chamado terreno cristalino. O peemedebista assegurou ter estudado que é possível encontrar água potável numa camada inferior.
O representante do PMDB na disputa do Governo alegou que basta aprofundar a capacidade de perfuração dos poços para ultrapassar a barreira do terreno cristalino e citou um caso de um poço encontrado no Município de Mombaça. "Acabei de receber uma mensagem de um poço profundo que foi perfurado em Mombaça, com 65 mil litros por hora. O problema é que não tem perfuração. Se não perfurar, você não vai encontrar água. E essa história que o subsolo do Ceará é todo cristalino não é verdade".
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