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sexta-feira, 28 de março de 2014

Um dia antes de uma cabeça humana ser localizado na praça da Sé, na região central de São Paulo, policiais que apuram o caso do corpo esquartejado em Higienópolis receberam uma denúncia anônima informando que “o problema estaria concentrado” na região do Brás. De acordo com o delegado Itagiba Antonio Vieira Franco, diretor da Divisão de Homicídios do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), agentes chegaram a ser deslocados para lá, mas não encontraram nada em um primeiro momento. Com a descoberta da cabeça na Sé, que fica nas imediações, a investigação será intensificada na área, conforme o delegado adiantou ao R7
Sem revelar detalhes, ele afirmou apenas que “alguma coisa teria se iniciado” no Brás.
— Nós tivemos uma informação anônima de que o problema poderia estar concentrado na área do Brás. Deslocamos vários policiais para lá e não conseguimos nada. Mas como a cabeça foi encontrada na praça da Sé, bem próximo ao Brás, vamos ter que intensificar a investigação por lá.
No início da tarde desta quinta-feira (26), integrantes da Guarda Civil Metropolitana encontraram a cabeça de um homem. Ela estava dentro de uma sacola de plástico, localizada inicialmente por uma pessoa que passava pelo área.
Segundo o delegado Itagiba, que esteve no local acompanhado por peritos, a cabeça será submetida a exames, incluindo de DNA, para saber se ela pertence ao corpo esquartejado encontrado em três pontos da região de Higienópolis, no último domingo (23). Ele informou que ainda não é possível ligar os casos.
— Precisamos agora aguardar a manifestação do IML (Instituto Médico Legal).
Praticamente descartado
Ainda conforme o delegado, a suspeita de que o corpo poderia ser de um jovem desaparecido, cujo pai procurou a polícia, está praticamente descartada.
— O filho dele é um rapaz jovem e teria muita tatuagem no ombro, nos braços, o que o cadáver difere [...] De qualquer forma, foi mostrada a foto da cabeça da vítima para ele [pai], que  vai ser encaminhado para o IML para fazer o exame de DNA.
O caso
Na manhã de domingo, um morador de rua, que vasculhava o lixo na esquina das ruas Sergipe e Sabará, encontrou dentro de um saco plástico, duas pernas, cortadas abaixo do joelho, e dois braços. As pontas dos dedos das mãos foram decepadas, de acordo com a polícia, a fim de dificultar a identificação digital. O morador chamou um comerciante local, que pediu ajuda para policiais militares que faziam uma ronda na área.
Às 12h30, o tronco, que estava envolto em um vestido vermelho, foi localizado, também em sacos de lixo, dentro de um "carrinho de feira" entre as ruas Mato Grosso e José Eusébio, junto ao Cemitério da Consolação. A pele havia sido retirada, possivelmente para evitar o reconhecimento de tatuagens. Dentro do saco, havia um par de sapatos masculinos.
Pouco depois, na rua da Consolação, também próximo ao cemitério, foi localizado o terceiro saco. Dentro dele, estavam as coxas envoltas em plástico, amarrados com durex e fita crepe. Nos três sacos, havia pelos e cabelos, que foram encaminhados ao Instituto de Criminalística.

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