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domingo, 12 de outubro de 2014


A presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) afirmou neste domingo que o anúncio de apoio formal candidata derrotada no primeiro turno Marina Silva (PSB) ao tucano Aécio Neves (PSDB) foi “compreensível”, porque a ex-petista tem menos afinidade com os programas sociais implementados no governo do ex-presidente Lula, de quem Marina foi ministra do Meio Ambiente.
“Essa opção é compreensível porque a proximidade maior que ela tem é com o programa econômico do Aécio e tem menos proximidade, de fato, com o programa social do meu governo e do presidente Lula”, disse Dilma depois de visitar um Centro Educacional Unificado (CEU) em Guaianases, Zona Leste de São Paulo.
“Eu não acredito que haja transferência automática de votos para ninguém. O voto não é propriedade nem minha nem de qualquer candidato, é do cidadão e da cidadã brasileira, então é uma temeridade eu dizer que vai ter ou não vai ter transferência de voto. Respeito ao cidadão brasileiro e à democracia significar respeitar a autonomia e a independência de cada cidadão.”
Dilma negou que o PT tenha fracassado em atrair o apoio de Marina e do PSB nacional e nos Estados: “Nós não falhamos. Eles tinham outro alinhamento”.
O PSB já havia anunciado o apoio a Aécio, embora tenha dado liberdade para seus governadores e diretórios no Norte e  Nordeste, historicamente alinhados com o PT, apoiarem Dilma. É o caso, por exemplo, da Paraíba, Bahia e Amapá. Neste sábado, militantes dissidentes do PSB participaram de ato político pró-Dilma em Contagem (MG), numa tentativa do PT de mostrar falta de unidade no apoio a Aécio em seu Estado natal, Minas Gerais. “Vários seguidores da Marina vieram para a minha campanha, como o governador da Paraíba Ricardo Coutinho. Tem propostas no campo deles que são iguais às nossas e essas pessoas são muito bem-vindas”, disse Dilma.
A petista listou uma série de propostas que considera comuns aos programas de governo de Aécio e Marina. Em crítica direta à gestão do tucano, voltou a dizer que ele não investiu o mínimo constitucional da Saúde (12% do orçamento dos Estados) quando foi governador de Minas.
“Quem acha que está certo não se empenhar e não colocar dinheiro na Saúde concorda com o meu adversário", retrucou. "Eles são a favor da independência do Banco Central e de reduzir o papel dos bancos públicos, nós não somos. O projeto que está do lado do adversário representa uma visão da economia que quando esteve no governo quebrou o país três vezes, deixou a taxa de inflação de 25%, com desemprego de 11,5%. E nos condenaram a um ano de racionamento.”
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