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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

A disputa pela Presidência da República continua tendo Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) empatadas na liderança, mas a oscilação positiva na preferência pela petista, acompanhada de oscilação negativa da adversária, alterou ligeiramente o quadro registrado pelo Datafolha na semana passada, com a diferença entre as duas passando de 1 para 3 pontos percentuais. Atualmente, Dilma tem 36% das intenções de voto (ante 35% no levantamento anterior) e Marina tem 33%, (tinha 34%). É a primeira vez que a candidata do PSB tem oscilação negativa em suas intenções de voto desde que entrou oficialmente na disputa, na segunda quinzena de agosto. Em terceiro lugar está Aécio Neves (PSDB), que oscilou de 14% para 15%.
Em seguida aparecem Pastor Everaldo (PSC), Eduardo Jorge (PV) e Luciana Genro (PSol), com 1% cada. Os candidatos Zé Maria (PSTU), Levy Fidelix (PRTB), Mauro Iasi (PCB), Rui Costa Pimenta (PCO) e Eymael (PSDC) não atingiram 1%. Há ainda 6% dos eleitores votaria em branco ou anulariam o voto, e 7% não opinaram.
Nesse levantamento realizado entre os dias 8 e 9 de setembro de 2014, o Datafolha entrevistou 10.568 eleitores em 373 cidades em todas as regiões do Brasil. A margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, para o total da amostra.
A comparação com resultados da última semana mostra avanço de Dilma no segmento dos mais jovens (de 29% para 32%, ante 38% de Marina), entre os mais ricos (de 22% para 26%, ante 32% de Marina e 31% de Aécio), em cidades médias, que tem de 50 a 200 moradores (de 34% para 38%) e na região Norte (de 38% para 48%, voltando ao patamar do final de de agosto, quando tinha 46%).
Marina cresceu na região Centro-Oeste do país (de 30% para 35%, tomando espaço tanto de Dilma, que recuou de 33% para 30%, quanto de Aécio, que foi de 22% para 16% neste segmento), mas sofreu recuo entre os eleitores de 35 a 44 anos (de 35% para 31%), entre aqueles que tem de 45 a 59 anos (de 32% para 29%), na fatia dos que possuem renda mensal familiar de 5 a 10 salários (de 42% para 38%) e entre os que têm renda acima de 10 salários (de 41% para 32%) e em cidades com mais de 500 mil habitantes (de 38% para 35%).
A candidatura de Aécio obteve crescimento na região Sul (de 16% para 20%) e Nordeste (de 5% para 8%), nas cidades com mais de 500 mil habitantes (de 13% para 17%), entre os mais ricos (de 25% para 31%) e entre os eleitores com curso superior (de 19% para 22%).
Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos eleitores, Dilma tem 28% das intenções de voto (na semana passada tinha 27%), e Marina Silva tem 24% (mesmo índice do levantamento anterior). As indicações espontâneas ao nome de Aécio também ficaram estáveis (em 10%). Uma fatia de 6% afirma votar em branco ou nulo, 29% não quiseram ou não souberam indicar um nome espontaneamente (na pesquisa anterior, 30%).
Após cair de 49% para 32% entre a primeira e a segunda quinzena de agosto, período em que teve início o horário eleitoral na TV e rádio, a porcentagem de eleitores que não apontam sua intenção de voto espontaneamente se estabilizou, com oscilações dentro da margem nos dois levantamentos realizados desde então.
A rejeição à candidatura de Dilma Roussef recuou oscilou de 32% para 33% entre a primeira e a segunda semana de setembro. Nesse intervalo, a parcela dos que não votariam de jeito nenhum em Marina passou de 16% para 18%, assim como ocorreu com Aécio Neves (de 21% para 23%). Além deles, Pastor Everaldo enfrenta a rejeição de 22% do eleitorado brasileiro, em seguida Zé Maria (18%), Levy Fidelix (17%), Eymael (16%), Rui Costa Pimenta (15%), Luciana Genro (15%), Eduardo Jorge (14%), e Mauro Iasi (13%). A fatia dos que não rejeitam nenhum deles fica em 9%, enquanto 3% rejeitam todos e 7% não opinaram.
A simulação de segundo turno entre as candidatas que lideram a disputa pela Presidência da República apresentou mudança significativa desde a primeira semana de setembro, com a vantagem de Marina sobre Dilma (48% a 41%) cedendo lugar, atualmente, a um empate técnico no limite da margem de erro (47% a 43%). Em pesquisa realizada na última semana de agosto, a vantagem de Marina era ainda maior (50% a 40%). Nessa disputa, 6% votariam em branco ou nulo, e 4% não opinaram.
Se o segundo turno fosse entre Dilma e Aécio, a petista teria 49% das intenções de voto, ante 38% do tucano. Uma fatia de 9% votaria em branco ou nulo, e 4% não declararam sua opinião. A simulação de uma disputa direta entre Marina e Aécio tem a candidata do PSB com 54% das intenções de voto, ante 30% do adversário. Os votos em branco ou nulo somam 10%, e 5% não opinaram.
54% dos eleitores de Dilma conhecem seu número; entre os que preferem Marina, 25% sabem número
Mais da metade (58%) dos eleitores também desconhecem ou mencionam incorretamente o número dos candidatos que escolhem. A parcela dos que citam corretamente o número representa 38% do eleitorado, e há ainda 4% que declaram votar nulo mas não sabem o que fazer para confirmar essa opção. A menção correta do número fica acima da média entre os eleitores mais escolarizados (47%), nas regiões Nordeste (45%) e Norte (49%), e em cidades com até 50 mil habitantes (45%). Não é coincidência que estes sejam segmentos onde a candidatura Dilma é mais forte, já que é na fatia de eleitores da petista que se encontra a maior taxa de conhecimento do número (54%).
Entre os eleitores de Aécio, 42% sabem citar corretamente o número a ser digitado na urna eletrônica. No grupo de eleitores que optam por Marina, apenas 25% sabem citar o número de sua candidatura.
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