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quinta-feira, 4 de setembro de 2014


A presidente Dilma Rousseff voltou a afirmar nesta quinta-feira (4) que, se for reeleita em outubro, irá reformular sua equipe de governo. Indagada sobre se trocaria o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em um eventual segundo mandato, a candidata do PT não quis detalhar quais seriam as pastas que ela pretende fazer modificações.
"O que eu posso falar é o seguinte: governo novo, equipe nova. Mas não posso nomear ninguém. Sabe por quê? Porque não fui eleita ainda", disse Dilma após visitar um condomínio recém-inaugurado do Minha Casa, Minha Vida, na periferia Fortaleza (CE).
O que eu posso falar é o seguinte: governo novo, equipe nova. Mas não posso nomear ninguém. Sabe por quê? Porque não fui eleita ainda"
Dilma Rousseff, presidente da República e candidata do PT á reeleição
Sem citar nomes, a presidente usou o episódio da eleição municipal de 1985 no qual o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), à época candidato do PMDB à prefeitura de São Paulo, posou para a imprensa sentado na cadeira do prefeito um dia antes do pleito. FHC, no entanto, perdeu a eleição para o ex-presidente Jânio Quadros, que, logo depois de ser empossado, desinfetou a cadeira com uma lata de inseticida.
"Aí quero que só me façam uma coisa: não me peçam para nomear ninguém. Não sei se vocês lembram quando sentaram na cadeira antes de ser eleito? O que eu digo é que, governo novo, equipe nova. Não vou nomear agora", ironizou a petista.
Nesta quarta (3), durante encontro com empresários e industriais em Belo Horizonte, a presidenciável do PT afirmou que deverá promover mudanças na equipe, se vencer a eleição. "Obviamente, novo governo, nova – e necessariamente – atualização das politicas e das equipes", disse a presidente.
Segundo informou o Blog do Camarotti, o reconhecimento de que haverá mudanças na equipe é resultado de uma conversa com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Agenda mista
A presidente da República realizou uma agenda mista no Ceará nesta quinta, na qual ela concilia compromissos oficiais com atos de campanha. Na visita à comunidade Cidade Jardim, na periferia da capital cearense, a petista entregou 700 moradias a beneficiários do Minha Casa, Minha Vida.
Em meio à agenda, Dilma conversou com moradores, visitou apartamentos e depois concedeu entrevista a jornalistas. Na conversa com os repórteres, a presidente criticou os adversários por, supostamente, serem contrários à concessão de subsídios para habitações populares.
"Aqueles que se dizem a favor do programa de habitação, na prática, são contra, porque se não tem subsídio, não tem como manter o programa. Ou tem subsídio e é aplicado pelo governo, ou não tem programa habitacional", enfatizou.
Mais cedo, Dilma visitou trecho do canal Eixão das Águas, no município de Pacajus, na região metropolitana de Fortaleza, para gravar cenas para seu programa eleitoral. Inaugurado em março, o Eixão é um empreendimento de 256 quilômetros de extensão composto por uma estação de bombeamento, canais, adutoras, sifões, e túnel. A estrutura realiza a transposição das águas do açude Castanhão para o complexo portuário do Pecém, cortando vários municípios.
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