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quinta-feira, 13 de março de 2014

Acusado de tentar impor o atraso ao país por ativistas do Movimento LGBT, o pastor Marco Feliciano, deputado federal pelo PSC (Partido Social Cristão), conseguiu debater 20 projetos a mais que o presidente anterior na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados.
Durante a sua gestão, do período de março à novembro os parlamentares que faziam parte da CDHM discutiram 28 propostas, das quais 11 foram aprovadas e 13 apensadas aos 11 textos originais. Em 2012 a CDHM debateu apenas 8 projetos e nenhum deles foi aprovado.
Novamente a frente da comissão o Partido dos Trabalhadores (PT) adotou um discurso de que é preciso “virar a página” e decidiu sepultar ações da gestão Marco Feliciano, além de interromper ações promovidas pela presidência anterior.
Em sua primeira sessão de votação sob comando do PT, a comissão decidiu arquivar todos os requerimentos não votados da gestão Feliciano, além de sepultar as subcomissões criadas pelo parlamentar evangélico.
No início da sua gestão Feliciano foi duramente criticado por ativistas ligados ao movimento gay. As sessões na comissão foram tumultuadas e por diversas vezes interrompidas graças as manifestações de militantes que acusavam o pastor de homofobia.
Os ativistas ligados a partidos políticos queriam a saída imediata de Feliciano da liderança do colegiado. Assis do Couto (PT-PR), novo presidente da comissão, disse durante sessão desta quarta-feira (12) que é hora de “pacificar os ânimos”.
Aliados querem que uma foto do pastor Marco Feliciano seja colocada na galeria dos ex-presidentes, em exibição na comissão, mas integrantes da nova gestão dizem que tentarão impedir que isso aconteça.

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